O terrorista português só morre de medo da Bibi

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Em local privado afastado das redações, o terrorista português José Luís Mustafá convocou para uma conferência de imprensa diversos jornalistas estrangeiros, tendo confessado que só aceitou alistar-se como bombista-suicida no autoproclamado estado islâmico porque teve a garantia pessoal do seu líder de que, entre as virgens que estariam à espera dele no céu quando morresse, não haveria nenhuma com o feitio irascível de Bibi, a concorrente-sensação do programa “A Quinta” a passar na TVI.

“Seria terrível. É muito ciumenta e num acesso de raiva podia chegar a bater-me. Uma mulher como ela far-me-ia logo arrepender de ter largado o meu modesto emprego de funcionário público para abraçar esta vida de aventureiro que me prometeram”, disse.

E considera discriminatório o facto de não haver bombistas-suicidas entre os participantes no programa. No entanto, espera que numa futura edição de “A Casa dos Segredos”, quando for exibida no mesmo canal, ele possa finalmente entrar.

Não omitindo o segredo de ser um perigoso bombista, em que ninguém repararia a julgar pela aparência de um homem vulgar, mas sim o de tratar-se de um perfeitíssimo idiota, embora com este segredo ele corresse o risco de ser logo descoberto pelos outros concorrentes, sobretudo porque ele se torna por demais evidente assim que abre a boca para dizer qualquer coisa.

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