Os 550 trabalhadores despedidos da CGD não afetam o funcionamento normal do Banco porque eram todos diretores e já pouco ou nada faziam

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Em nota à imprensa, veio o próprio presidente executivo do Banco do Estado, Paulo Macedo, sossegar os clientes acerca da CGD.

Não, não veio anunciar o fim da cobrança de comissões. Não, não veio anunciar a abertura de mais balcões. Não, não veio dizer que em cada agência vai passar a haver mais do que um funcionário no atendimento geral. Nada disso!
Segundo o responsável pelas tomadas de decisão, praticamente não faziam nada nos gabinetes pois tinham quem executasse o trabalho por eles, pelo que “felizmente” em sua opinião, não sofrerá alteração a rotina de trabalho do Banco.

Infelizmente o repórter PH acostumado a perder horas aos balcões à espera de ser atendido. De resto, quem lá vai, sabe que vai demorar quase tantas horas como quando vai à urgência de um hospital na altura do pico da gripe. Só com a vantagem aparente de, pelo menos até hoje, nunca nenhum cliente ter saído de lá a queixar-se de ter apanhado o vírus da Legionella.

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