Quem não tem Primeira Dama, caça (votos) com cão

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Como não pára de aumentar o número de candidatos às presidenciais de janeiro, solteiros, divorciados ou cujas esposas não querem passar a acompanhá-los nos atos públicos se forem eleitos, têm crescido significativamente as encomendas de cães, destinados a fazer-lhes companhia nas viagens para que não se sintam sozinhos.

A raça lusa mais procurada pelos candidatos, tem sido a dos cães-de-Água, com exemplares idênticos àquele que tem feito as delícias da família de Barack Obama e que, por via de se ter integrado tão bem na sua nova casa, do cenário florido dos jardins da Casa Branca parece fazer parte integrante desde a decoração inicial, planeada e levada a cabo pela esposa de George Washington.

Prevê-se que por acarretarem menor despesa do que um ser-humano adulto, as despesas de Estado diminuam nas deslocações oficiais. Porém não é desejável que a moda pegue. De contrário, deixaria de poder aplicar-se a expressão “vida de cão” a quem se esforça a trabalhar e pene por que chegue o final do mês e receba enfim um mísero ordenado que lhe permita pagar algumas despesas.

 

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