Kim Jong-un quer unificar as Coreias para poder mudar para Seul porque é o único lugar para onde os americanos não têm mísseis apontados

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O plano do grande líder norte-coreano faz parte de um objetivo maior, o de governar um país ainda maior e pôr-se a salvo de um eventual ataque nuclear norte-americano, uma vez que pelos Serviços Secretos sabe que a capital Seul é uma das poucas capitais da região para onde não há mísseis norte-americanos apontados e prontos a disparar em caso de guerra.

Fruto do grande apoio popular de que desfruta na vizinha do norte, Kim continuaria a governar, mas agora um território muito maior e sentir-se-ia seguro, pelo menos durante o tempo que Donald Trump demorasse a ordenar aos seus generais que reposicionassem os mísseis de longo alcance, colocando-o de novo ao alcance do seu vasto poder destrutivo.

Nesse intervalo de tempo, Kim poderia continuar os testes balísticos e faria os seus mísseis sobrevoarem o Japão, lançando a confusão sobre a quem pedir contas no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Se à Coreia, se aos EUA, sim, porque até prova em contrário, pelo menos de uma parte do país eles continuavam a ser os maiores aliados.

 

 

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