Jejum na IURD proíbe os fiéis de tomarem o pequeno-almoço

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Jejum do sr. Paulo, da Cristina, do Chico, da Mafalda, da Cláudia, do sr. Francisco, do sr. Lopes, do Pedro, do Aníbal, da D. Ana, da Anabela, …, de todos os fiéis. É o que o bispo máximo da IURD vai provocar, nos fiéis a quem não sobre dinheiro para tomar o pequeno-almoço por causa da nova taxa que vai incidir sobre o dízimo com que estes contribuem ao final do mês para a redenção dos seus pecados.

Assim, mal termine o chamado jejum de Daniel, que durante 21 dias obriga a que nenhum fiel leia ou oiça as notícias da televisão sobre as adoções ilegais, será cobrado um valor variável que vai gerar enormes receitas em favor das creches e jardim-de-infância que a IURD tem vindo a explorar.

Não se cabe quanto tempo durará para muitos dos fiéis mais pobres este jejum. No entanto, é provável que só termine no caso de o patrão lhes aumentar significativamente o ordenado ou então se, para compensarem a perda, passarem a receber algum apoio da Segurança Social.

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