Faltas dos enfermeiros devem-se às filas aos balcões do SEF nos aeroportos nacionais

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A notícia surge por causa do elevado absentismos desta classe profissional. Ao que parece muitos dos nossos enfermeiros têm vindo a ser confundidos com cidadãos de países orientais. De onde têm vindo a falar tailandês ou vietnamita, dos períodos de férias tiradas no estrangeiro, quase todos têm sido barrados e encaminhados para interrogatório pelos zelosos funcionários do SEF que exigem ver-lhes o passaporte.

Sobre os quais se levanta a dúvida de serem portugueses, é instaurado um processo, cuja conclusão se atrasa porque torna necessário ouvir testemunhas, como alguns vizinhos do prédio onde dizem que moram e só quando a situação é devidamente esclarecida é que eles podem enfiar-se num táxi e ir para calmamente para casa. E o atraso chega a ser tão grande, que no outro dia não estão ainda despachados para ir trabalhar.

Aos que vêm de outras paragens, nada é pedido. Nem a cidadãos que venham da américa latina e cheguem a falar num castelhano tão fluente, que mais pareçam portugueses regressados de uma merecidíssima semaninha de férias aqui ao lado em Palma de Maiorca.

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