Erros de tradução na origem da aprovação do orçamento

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Pode estar por minutos, o anúncio oficial da aprovação do esboço de orçamento do PS por parte de Bruxelas. Isto, devido a erros na tradução do Português para o Alemão, idioma em que foi apresentado aos ministros dos países membros da União, levando-os a pensar que seria muito superior ao esperado a verba conseguida através da criação de novos impostos.

Na rubrica das receitas, onde devia ler-se “aumento do imposto sobre o consumo de combustíveis” apareceu que era sobre o consumo de “consumíveis”, ou seja, tinteiros de toner para impressora, que em Portugal são gastos aos milhões. E em vez de “automóveis” onde dava conta da subida do imposto cobrado na sua compra e venda, surgiu erradamente a palavra “imóveis”, a representar um setor que ultimamente está em franca recuperação e promete vir a dar muitos lucros ao Estado.

Melhor só quando as autoridades da União Europeia interpretaram como sendo aos antigos banqueiros que o Estado se refere quando fala em “incrementar os apoios sociais para ajudar os mais necessitados da nossa sociedade”. Pois com as falências de Bancos ao ritmo a que se têm sucedido em Portugal, não se admiram até que, perdendo a fonte de rendimento de antes, muitos deles se privem até de comer e andem mesmo a passar fome.

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