Emigrantes portugueses regressam de bote da Venezuela para obterem estatuto igual aos dos refugiados

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Descontentes com a falta de pernil nas prateleiras dos supermercados, centenas de emigrantes portugueses que viviam em Caracas estão a atravessar o oceano, de bote e nas condições desumanas em que o fazem os milhares de refugiados sírios (e oriundos de outros lugares), que diariamente abandonam as suas terras e, atravessando o mar Mediterrâneo, entram na Europa como refugiados.

No caso dos emigrantes lusos ouvidos pelo PH que estavam a embarcar, pretendem ser recebidos em Portugal com o estatuto e direitos iguais aos que são concedidos aos refugiados africanos e asiáticos. Esperam por isso que lhes seja dado o acesso a uma casa condigna e a um subsídio da Segurança Social que lhes permita viver bem e ainda poupar alguns euros para mais tarde tentarem, tal como aqueles fazem, a sua sorte noutro país mais rico da União Europeia, como a Alemanha, a Suécia ou até a Dinamarca.

 

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