Cavaco Silva estreia-se como actor em “A Múmia IV”

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Depois de dois filmes passados no Egipto e outro na China, os produtores da célebre trilogia viram-se para Portugal na sua mais recente aposta cinematográfica. A aventura conta com o regresso de Brendan Fraser, que revela à redacção do “Penúltima Hora” um pouco da história do filme.

A trama começa numa escavação arqueológica no Palácio de Belém, onde é descoberto um túmulo faraónico. A Múmia no seu interior é um chefe de estado que é muito mais perigoso do que qualquer inimigo alguma vez defrontado por Richard ‘Rick’ O’Connell.

“Imhotep sugava e matava as suas vítimas, mas esta múmia não mata ninguém!”, diz Fraser em exclusivo, “O vilão suga a vontade politica das suas vitimas até elas ficarem tão apáticas como ele. Comunistas e Fascistas perdem de repente a sua força política enquanto Cavacohtep (o nome da múmia do filme) vai aos poucos destruindo a coesão ideológica, pois se não há oposição de ideias há a estagnação e o caos”.

Os produtores estão tão empenhados na realidade da sua história que contrataram Cavaco Silva para o seu primeiro papel cinematográfico. Quebrando o silêncio depois de desenrolado da mais fina ligadura, o PR Cavaco Silva fala da sua experiência. “Não exige muito, estou a fazer o que sempre faço!” Revela ainda que os cenários foram também alvo de poucos retoques pois a sala do Palácio de Belém, onde sai antes de todos os seus discursos, está já comodamente equipadas com hieróglifos e um túmulo datado do período Ptolemaico. “É aqui que durmo sempre!”, diz ternamente, “Nem sei o que se passa lá fora! Levanto-me, digo uma coisa qualquer e volto a deitar-me para ninguém me chatear!”.

Espera-se um filme de pouca acção e pouco discurso. Talvez a produção se safe com uma abordagem paisagística.

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