António Costa não discursa na cimeira do ambiente por causa dos sapatos

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Por causa da bosta de cão agarrada à sola dos sapatos que levava de Portugal, o Primeiro-ministro português foi impedido pelos seguranças de discursar na cimeira do ambiente que decorre em Paris, na presença de outros chefes de estado europeus e mundiais.

Deve ter custado imenso a António Costa não ter podido proferir uma palavra, a não ser as de desagrado pelo incómodo causado, do discurso encomendado pelo PAN – Pessoas, Animais, Natureza, a que ele estava obrigado no âmbito dos acordos celebrados à esquerda para ver aprovado o orçamento de Estado na Assembleia da República.

O primeiro a detetar o insólito foi o monarca de Espanha, a quem o cheiro nauseabundo que se espalhou rapidamente pela sala, congestionou as narinas, impedindo a passagem para renovar o ar nos pulmões.

Ainda por cima, sendo amigos dos canídeos em particular, não é de estranhar que tenha lamentado profundamente a situação, preparando-se agora para fazer passar no hemiciclo de S. Bento uma lei que permita poder-se descontar, aos donos de animais que não limpem os dejetos dos seus bichinhos de estimação, uma sobretaxa no vencimento superior ao normal ou, caso não estejam a trabalhar e recebam subsídio de desemprego, uma percentagem ainda maior do que os atuais 10% sobre o que auferem e que deixam de receber ao fim dos primeiros seis meses de estarem em casa.

 

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