A dívida de IRC da Brisa sumiu porque foi um ar que lhe deu

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Ao telefone, instado a responder ao repórter PH acerca da razão das Finanças terem perdoado uma dívida de IRC à Brisa, o Ministro da pasta mandou perguntar ao adjunto sr. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que por seu lado remeteu para a Agência para a Energia e de lá sucessivamente para a Agência para o Desenvolvimento e Coesão; para a Autoridade Nacional da Proteção Civil; para a Autoridade Nacional da Aviação Civil; para a Agência Nacional de Comunicação; para a Agência Nacional de Inovação; para a Agência Portuguesa do Ambiente; para a Autoridade da Segurança Alimentar e Económica; para a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões; para a Autoridade da Concorrência; para o Instº da Cooperação e da Língua; para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região do Alentejo; para o Conselho Económico e Social; para a Fundação para a Ciência e tecnologia; para o Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais; para a Agência para a Competitividade e Inovação; para o Instº de Conservação da Natureza e Florestas; para o Instº Emprego e Formação Profissional; para o Instº Hidrográfico; para a Direção-geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas; para o Laboratório Nacional de Engenharia Civil; para o Instº da Habitação e Reabilitação Urbana; para o Instº Português da Qualidade; para o Turismos de Portugal e finalmente para o IPMA-Instº português do Mar e da Atmosfera.

Vai daí, alguém disse que não estava nenhum responsável que pudesse atender o telefone, mas ao perceber que se tratava de um perdão fiscal à Brisa, o Segurança que atendeu resolveu arriscar e disse: “Acho que sei, senhor jornalista. Se foi à Brisa, deve ter sido um ar que lhe deu.”- E desliguei.

 

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